"Enquanto houver champanhe há esperança" (Zózimo)
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Sem uma verdade-conclusão, sigo escrevendo com paixão sobre tudo que absorve essa existência do cão.

terça-feira, 27 de maio de 2014

Paixão sem métrica

Você vai me achar louco
Mas eu sou mesmo
Tentei te esquecer de todo o jeito
Mas tudo que trago no peito
É um desejo louco de te ter,
De estar contigo todo dia
Toda hora, de qualquer forma,
Você é a minha droga,
O cheiro que gosto de aspirar,
A pele que quero tocar
Um sentimento sem nome
Que me consome toda noite

Um comentário:

Bruno Freitas disse...

Excelentes efeitos noturnos traz sua escrita. Parabéns.